quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

é da alma, é do sangue o legado, por mais que eu lute,
por mais que eu tente, por mais que a genitora me tente,
só consigo fazer besteira, por mais que eu tente fazer tudo certo,
meu sangue dá rasteira e vem de perto, me pôr pra baixo, passar vergonha,
desculpa mãe, que coisa medonha, ter uma merda de vida, uma merda de emprego,
eu não quero isso!
quero registrar isso pra me lembrar, pra me envergonhar, que tenho que impor limites,
desfazer eu não posso, mas, tento me melhorar e não mais errar, desculpe mãe;
os erros do meu pai, eu tento consertar, embora não seja minha culpa...
tento te poupar mas, eu mesma te faço sofrer, não do mesmo jeito,mesmo assim não é justo.
odeio isso.